quarta-feira, 26 de setembro de 2012

As mentiras científicas dos transgénicos


Com o decorrer do tempo e a realização de cada vez mais estudos científicos independentes, vão ficando mais claras todas as mentiras que as companhias multinacionais que fabricam e comercializam as plantas transgénicas (OGM) têm apresentado até agora como “verdades científicas”.

Segundo estas multinacionais, os cultivos transgénicos não podiam contaminar com o seu pólen as plantações vizinhas e, por isso, não podiam levar à desaparição das culturas e variedades tradicionais dessa mesma planta. Mas há muito tempo que foi demonstrado que isto é falso. E hoje em dia até as actuais leis europeias incluem a obrigação das plantações de transgénicos deixarem uma distância de segurança com as outras plantações, uma distância sempre ridícula, precisamente para evitar essa contaminação.

O consumo de produtos transgénicos era completamente seguro e não colocava em risco a saúde dos consumidores. As multinacionais tinham feito, diziam, todos os testes necessários para eliminar os transgénicos que revelavam ser prejudiciais para a saúde (os transgénicos são criados aleatoriamente e grande parte deles são eliminados pelas próprias multinacionais quando revelam os seus efeitos prejudiciais). Mas um recente estudo revela que isto não é assim, que alguns dos transgénicos comercializados são igualmente perigosos para a saúde (ver aqui). E com isto fica demonstrado que sempre pode mais a ânsia de lucro das multinacionais que o respeito pela saúde e a segurança das pessoas.

O consumo de animais alimentados com produtos transgénicos era também completamente seguro para as pessoas, que nunca iam entrar em contacto com os produtos biológicos provenientes desses alimentos transgénicos. Mas outros estudos científicos recentes identificaram produtos transgénicos no leite e nos tecidos desses animais (ver aqui).

Uma a uma, vão caindo todas as mentiras. Mentiras que sempre foram claras para a ciência independente, pois sempre foi evidente o absurdo princípio que está na base do cultivo dos trangénicos: libertar massivamente na natureza, nos campos e no corpo humano o resultado de novas combinações genéticas até agora inexistentes e de consequências sempre imprevisíveis.

Está claro é que todos os riscos e todas as consequências perigosas e “imprevisíveis” do cultivo de transgénicos são para a agricultura e os agricultores, são para a saúde dos consumidores directos e indirectos e são também para a sobrevivência dos ecossistemas e do ambiente. E os únicos benefícios, pelo contrário, são para os accionistas das grandes multinacionais agroquímicas, que vêem assim crescer ainda mais a sua enorme fortuna.

O seguinte video mostra o estudo científico realizado recentemente e que demonstra uma maior mortalidade nos animais alimentados com um determinado milho transgénico, um milho considerado até agora completamente seguro para o consumo humano pelas autoridades:



Entretanto, nos Açores continua a haver ainda cultivo de transgénicos apesar do recentemente aprovado decreto regional o proibir. E o gado para a produção leiteira continua a ser alimentado com milho transgénico importado de fora da região.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Fotos da visita da Comissão Executiva aos Açores

Nos dias 20 a 23 de Setembro a Comissão Executiva Nacional do Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) visitou as ilhas de Faial, São Miguel e Santa Maria.











sábado, 22 de setembro de 2012

Visita da Comissão Executiva do PEV a Santa Maria


Nos dias 22 e 23 de Setembro, sábado e domingo, a Comissão Executiva Nacional do Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) visita a ilha de Santa Maria para realizar contactos com a população e com diversas entidades da ilha.

No dia 23 vai realizar também uma Reunião da Comissão Executiva Nacional na Pousada da Juventude.


Programa para a Ilha de Santa Maria

Dia 22 de Setembro - Sábado

15:30h – Reunião com a Cooperativa Agrícola de Santa Maria.

17.00h – Audiência/Visita ao Centro de Interpretação Ambiental do Parque Natural de Santa Maria.

21:30hApresentação pública do Manifesto eleitoral dos Verdes para os Açores. Pousada da Juventude.

Dia 23 de Setembro - Domingo

09:30h - Contato com a população, em Vila do Porto.

11:30h – Reunião da Comissão Executiva Nacional. Pousada da Juventude.

16:30h - Conferencia de Imprensa na Pousada da Juventude.



quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Visita da Comissão Executiva do PEV a São Miguel


(Atenção: Programa de sexta-feira cancelado por causa de problemas nas ligações aéreas.)

Nos dias 21 e 22 de Setembro, sexta-feira e sábado, a Comissão Executiva Nacional do Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) visita a ilha de São Miguel para realizar contactos com a população da ilha e com diversas entidades da ilha.

Nos dias 22 e 23 a Comissão Executiva vai também visitar a ilha de Santa Maria, onde vai realizar-se uma Reunião da Comissão Executiva Nacional do PEV.


Programa para a Ilha de São Miguel

Dia 21 de Setembro - 6ª feira

Delegação da Comissão Executiva, composta por Manuela Cunha, Victor Cavaco e Afonso Luz.

15:30h – Visita ao Centro Experimental da Lagoa Seca, nas Furnas.

16:30h - Visita à lagoa das Furnas.

18:00h – Reunião com Associação Amigos dos Açores.

Dia 22 de Setembro - Sábado

Comissão Executiva Nacional do Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV).

09:00h – Contato com a população no Mercado da Graça de Ponta Delgada.

10:00h – Declarações à imprensa no Mercado da Graça.



Visita da Comissão Executiva do PEV ao Faial


Hoje, dia 20 de Setembro, uma delegação da Comissão Executiva Nacional do Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV), composta por Manuela Cunha, Victor Cavaco e Afonso Luz, vai visitar a ilha do Faial e realizar contactos com diversas entidades.

Nos próximos dias esta delegação vai visitar também as ilhas de São Miguel e Santa Maria, onde vai realizar-se uma Reunião da Comissão Executiva Nacional do PEV.


Programa para a Ilha do Faial
Dia 20 de Setembro - 5ª feira

11.30h - Audiência com a Direção do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores.

14.30h - Encontro com a Associação de Agricultores da Ilha do Faial e Cooperativa Agrícola Ilha do Faial.

16:30h – Contato com a população no Mercado Municipal do Faial.

17:30h – Declarações à imprensa junto ao Peter Café Sport.



segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Mais austeridade

Reacção de "Os Verdes" à entrevista do Primeiro Ministro, Pedro Passos Coelho, realizada a 13 de Setembro de 2012 - "Passos Coelho abre a porta a mais medidas de austeridade. Este é um Primeiro Ministro que vive no mundo da lua."


domingo, 16 de setembro de 2012

A "minoria fanática" é maioria

15/09/2012, Lisboa, Porto, Ponta Delgada:




“As greves são sistemáticas e muito localizadas, feitas por uma minoria fanática que pretende impor a uma maioria que quer continuar a levar o seu dia a dia com toda normalidade e não deixa.” Luis Menezes, deputado do PSD (RTP2 Parlamento 14/07/2012).

Afinal parece que os descontentes não são uma minoria fanática, é o povo português, e que a autêntica minoria fanática são os governos da troika - PS/PSD/CDS - cada vez mais isolados no seu fanatismo.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Encontro da CDU Açores


Sábado, 15 de setembro, pelas 15h, no Centro Municipal de Cultura de Ponta Delgada (junto ao portão de baixo da Escola Secundária Antero de Quental).

Encontro com os candidatos de "Os Verdes" e da CDU.

Participa!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Candidato de "Os Verdes" por Santa Maria

Daniel Gonçalves, do Partido Ecologista "Os Verdes", é cabeça de lista da CDU pelo círculo eleitoral de Santa Maria.

Daniel Gonçalves é licenciado em Ensino de Português e lecciona esta disciplina desde 1999 na Escola Básica e Secundária de Santa Maria. É há alguns anos Presidente da Associação Juvenil de Santa Maria. Poeta, com diversos livros editados e premiado por diversas vezes. Daniel Gonçalves, é membro do Conselho Nacional do Partido Ecologista "Os Verdes".


Localização de culturas OGM

Pergunta dirigida ao Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território pelos Srs. Deputados Heloísa Apolónia e José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar "Os Verdes", sobre a informação de localização de culturas OGM.

A resposta do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território à Pergunta nº 2489/XII, da autoria do Grupo Parlamentar Os Verdes, sobre informação relativa a cultivo OGM, é absolutamente nada esclarecedora em relação ao que é perguntado e acrescenta um conjunto de justificações que não podem ser objeto de compreensão.

A questão, simplificada, é a seguinte: o Decreto-Lei nº 160/2005 obriga a informação detalhada sobre localização de culturas OGM; o Governo, sem que tenha justificado, recusa-se a dar esses elementos, divulgando-os apenas parcialmente; o Supremo Tribunal Administrativo já decidiu, em acórdão, que é devida essa informação integral; o Governo, obrigado pela via judicial, prestou a informação integral até ao ano de 2008 e depois continuou a escamotear informação sobre a localização de cultivo de transgénicos!

Assim sendo, impõem-se uma nova Pergunta que esperamos tenha resposta direta por parte do Ministério, dentro dos prazos legais e, por isso, solicito a S. Exa. a Presidente da Assembleia da República que, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, remeta ao Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território a presente Pergunta, por forma a que me seja prestada a seguinte informação:

1. Por que razão o Governo continua a recusar a entrega da informação integral sobre localização de culturas OGM, quando o Supremo Tribunal Administrativo decidiu que há muito mais informação que pode e deve ser prestada?

2. Não considera o Governo que a não divulgação de dados, após 2009, leva ao ferimento do princípio da igualdade, quando estão divulgados os dados de 2005 a 2008 e não estão de 2009 até à data?

3. A razão que o Governo tem invocado, a requerentes, para a não prestação da informação integral de localização é o facto dela não estar processada ou disponível. Ora, não queremos crer que a informação relativa aos anos de 2009 a 2011 não esteja ainda processada ou disponível. Está ou não?

4. À semelhança do que outros países, como a Alemanha, por que razão não disponibiliza o Governo toda a informação on line, de modo a que seja pública e atempada?

5. Por que razão recusou esse Ministério a disponibilização da informação integral a um Grupo Parlamentar da Assembleia da República?

Comunicado de Imprensa
26/07/2012