terça-feira, 15 de julho de 2014

Novo holocausto palestiniano

O estado neo-nazi de Israel, com o constante apoio dos seus aliados da NATO, continua com o genocídio da população palestiniana isolada na Faixa de Gaza.

Os ataques aéreos sobre Gaza já provocaram a morte de 172 palestinianos, entre os quais pelo menos 36 crianças e 32 mulheres, e provocaram 1.154 feridos, entre os quais pelo menos 350 menores e 460 mulheres.

Nenhum dos rockets lançados desde a Faixa de Gaza sobre território ocupado por Israel, utilizados agora como desculpa para este novo massacre, provocou vítimas nem feridos. Entretanto a imprensa ocidental fala hipocritamente de “guerra entre o exército israelita e o Hamas” e de “processo de paz”. Como se afinal a culpa do massacre fosse sempre das vítimas.

Aparentemente todos os mortos, incluindo as crianças, eram “terroristas”. Esta parece ser a versão de Israel. E também da União Europa, que continua a vender armas ao estado de Israel. Para a actual Europa os negócios são muito mais importantes que o sangue de centenas de vítimas ou qualquer outro principio moral.

É para relembrar que a Resolução 181, aprovada em 1947 pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, estabelece a partilha do território da Palestina em dois Estados, continuando o Estado da Palestina ainda por existir. Desde então Israel tem violado os direitos humanos mais elementares dos palestinianos, aos quais impede propositadamente o acesso ao trabalho, à saúde, à educação, à terra, à água e a um padrão de vida mínimo, estando ainda cercados por um muro já condenado pelo Tribunal Internacional de Justiça e submetidos de forma recorrente a bombardeios aéreos e contínuos massacres.




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